quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Baby-Tchocorró-Arrotinho-de-Bebé pela frente

Mas eis que Baby-Tchocorró levanta saias, baixa cueca rosa e, agachada, decide revelar o melhor de Baby-Tchukywinka-Cocó-de-Cão que há em si:
"Wanda, és uma puta que saiu de uma daquelas montras de Amsterdão. Logo, Wanda a puta da montra de Amesterdão. A puta que ninguém queria foder."
Só uma nota. Para si é Sra. D. Prostituta, se faz favor. E enquanto, agachada, a Dra. Tchukywinka debita cocó, eu, Wanda de Amesterdão, distribuo prazer. If you know what I mean.

Sim Pi, faz mais Pi!


Yes, amoroso Pi. Esta humilde serva trabalha para sua senhoria, enaltecendo-lhe a justiça, a sapiência, a temperança e a fortaleza, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de sua miserável vida.

Pipoco: fruto de milho transexual?

Enquanto redigia o post anterior, fui assolado por uma dúvida existencial inesperada.

Já todos sabemos que a blogosfera está inundada de Pipocas e Assim-Assim’s. Agora, Pipoco, só conheço um!

A dúvida é a seguinte. Se os bagos de milho expostos a uma forte fonte térmica se transformam em pipocas, de onde terá nascido o Pipoco?

Será ele fruto de algum milho transgénico? Será ele o último sobrevivente da chacina no milheiral transgénico, levada a cabo há uns anos por um grupo ambientalista?

Ou terá ele nascido uma bela pipoquinha tchitchuca, insatisfeita com a vida, tendo posteriormente mudado de género?

Aceitam-se explicações suficientemente boas, capazes de acalmar o turbilhão de hipóteses que se geram na minha mente.

Pipoco, Pipoco...


Parece que já não há calor suficiente que faça o milho transformar-se em Pipoco…

Sorry, Raio de Luz

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Esqueci-me de jurar amizade eterna e fofinha à Raio de Luz. Sincerely yours, até over the rainbow. Querida.

"Diz-me que comentários aprovas, dir-te-ei quem és"

Caros concidadãos. Eu, Wanda de Amesterdão, acredito na livre expressão de opiniões, ideias e pensamentos, conceito basilar nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral. Disse.

We'll always have Chicago


É vergonhoso. A juventude está corrompida, permeável às seduções dos infernos. Como é que alguém ousa dizer que o recém-marido lhe ofereceu uma viagem aqui? Com visita ao maior monumento fálico de Chicago (quem sabe se do mundo!). É o maior. É estriado. E em dias de trovoada parece até que dá choques.

Tchocorrozinhazinhacutiquica


Uma vez que estou fadada à finitude. Visto que nunca sabemos se o de hoje é o último dia das nossas vidas. Decidi que vou aproveitar. Vou lançar uma centelha para o mundo. Uma centelha de felicidade. Junto-me às queridas, às fofinhas, amorozinhas, cor-de-rosinhas que por aí pulam, saltam, rebolam, animadas por um gás amoroso. E bondoso. Por onde elas passam, um geiser liberta-se das profundezas da terra. Flores florescem. Velhos babam. Crianças sorriem. E os animaizinhos do bosque entoam cânticos numa língua élfica, ancestral, deixada pelos anjos que se passeavam pela terra em carruagens de âmbar, há muitos milénios atrás. Wandona junta-se a ti, Melissinha. E a ti, Pipoquinha. A ti também, Cintiazinha. E a todas as Su's, Ti's, Lá's, Ki's, Pi's, Vi's. Mias, Pias, Bias, Sissas, Bimbas, Bimbis, Bimbalhonas. Fionas (e Feionas). Cagonas (e Mijonas). Misses Kika, Glee, Tintim, Porcalhota, Ranhota, Brejeirota, Maricota, Mariquinha, Sparkling, Glitering, Glossy, Pinky, Daisy, Peppy. Junto-me à Butterfly night, à Nuvenzinha azul, à Arrotinho de bebé e à Barriguinha de amor. Às Abobrinhas, Aninhas, Coelhinhas, Texuguinhas e ainda Fufinhas. Junto-me a todas elas, num sofá bem pertinho de nós, mantinha a tapar as pernocas e Glee a dar na television. Pode ser? Olha eu aqui. Cu cu, picotitiquico, tchocorrozinhazinhacutiquica, pucunina da minha vidinha quiquiqui.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Estou tão ofendido!

Já parti metade do meu Villeroy & Boch, já esperneei, gritei e amaldiçoei meio mundo. Para além disso, ainda me penitenciei por um dia ter ousado importunar Luna, a Magnânime!

Até podia mandar enfiar alguma coisa, em qualquer sítio ou zurrar meia dúzia de impropérios. Mas não me parece chique.

Ao invés, ficarei a aguardar pelo próximo deslize blogosférico da dita.

E algo me diz que não haverá de faltar muito…

Afinal meus caros, ser paciente é chique a valer!

“as caras de cú têm todas algo em comum. só dizem merda.”


Há quem diga que “as caras de cú têm todas algo em comum. só dizem merda.”


Minha cara fofinha Mulher Certa, deixe-me efectuar uma breve correcção. Na constelação do universo dos blogues cor-de-rosa não se diz merda, diz-se cocó.


Porquê? Eu explico.


Imagine a caríssima que vai a desfilar com os seus Louboutins da candonga, por uma obra-prima da calçada portuguesa e pisa uma poia.


Não vai dizer: “Ai o caralho, que já pisei merda!”


Não, não, não! Em vez disso, poderá dizer: “Ora foda-se, que já pisei cocó!”


Percebeu a subtil alteração de estilo narrativo?


Afinal, até o cocó pode ser chique a valer!



Já agora, atente noutra coisa, até porque este blogue não durará muito tempo, como de resto já foi sobejamente profetizado por muitos dos nossos caríssimos leitores. Qualquer frase começa por maiúsculas, ainda para mais se a antecessora terminou com um ponto final. Regra gramatical básica, não?

Este blog também é cultura (2)

Como se escreve, cú ou cu?
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A Camila explica: "não se acentuam os monossílabos tônicos terminados em í ou ú, exceto se for éi, éu ou ói, seguidos ou não de 's'.

Assim, CÚ não tem acento. Muita gente coloca pra ficar mais 'f****', mais destacado, mas não tem na verdade. Eu coloco acento no cú porque gosto (sem trocadilhos, o papo é sério, rs). Fala a verdade: cú com acento não parece que a pessoa falou com mais vontade, 'cú' Um cu sem acento é um cu qualquer, como o símbolo do elemento químico Cobre, que é Cu (de cuprum, do latin)."

Este blogue também é cultura!



Trilogia ou Triologia?

Segundo o Dicionário de Língua Portuguesa, da Academia das Ciências de Lisboa, o vocábulo “trilogia” designa:

do Gr. trilogía < tri (treîs), três + lógos, trabalho.

O resto são invenções.

Digam lá se falar em bom português não é chique a valer?

“Bruto mas chique de um trago só”


Aqui respira-se elegância e transpira-se refinamento e fastio.
Aqui mostra-se o mindinho com gosto. Afinal, trata-se de um gesto “bruto mas chique de um trago só”, já para não dizer que será altamente labrego.
É assim a blogosfera cor-de-rosa: chique a valer!

Especializados em crítica blogo-literária


Caras de Cu. João da Ega. Tenho boas e más notícias. Quais as que quereis primeiro? As boas? Então fiquem vossas excelências sabendo que o nosso blog se baseia num conceito original e - voyez cette classe, cette sophistication, oh là là - habita a categoria de blog especializado em crítica blogo-literária (se quiserem um nome tão bonito como este para o vosso blog, pedir avaliação e orçamento aqui).
Mas nem tudo são rosas, ao contrário da vida de nossa rainha Isabel, mulher benzida e de saias santificadas. Parece que somos "pessoas que dão demasiada importância à blogosfera, procuram protagonismo na sombra de quem criticam". A senhora em causa arrisca "dizer que lhes (nos) falta alento na vida pessoal." Esqueceu-se de referir, cara apreciadora tocada pelo dom da omnisciência, os transtornos mentais e comportamentais que por aqui grassam. Já para não falar da falta de higiene. Essa, ui, no comments.

Pipoco, conheço agora já quão vã figura


Cabeça coberta de cinzas. Corpo tingido de negro. Assim me apresento, gente ímpia. A esquálida face de sangue vazia contempla o fim do mundo. Ah, venha a noite. Varra do céu o quente astro maior, que meu sentido imerecidamente vislumbra. Trazei-me os luzeiros do céu. Olhos quentes. Língua fria. Se já Pipoco não és, Wandona não serei eu.